Nadando o Pássaro

Eu deixei ficar.
Deixei zarpar no rio.
Maré alta, mente calma.

Eu deixei puir
O tecido da fala
E as palavras rarearam.

Eu tentei acalentar
As mãos unidas em prece
Para arear a alma.

São assim as águas
Das fábulas de amor
Entre as calmas almas.

Beijo a face sorrindo
O rio, o tecido, as fábulas.
Bom é ser pássaro e nadar no ar.

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