O Círculo

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Não há versos,

Nem mesmo os perversos,

Que desnudam o anverso

A alma do disperso.

 

Não há poema,

Nem mesmo de dilema,

Que eleva à condição suprema

A alma que se apequena.

 

Não há poesia,

Nem mesmo as que eu fazia,

Que encarcera a primazia

Da alma que jazia.

 

Dos versos, poemas e poesias,

Sejam perversos, dilemas ou os que eu fazia,

Anversos, supremos ou de primazia,

Que valham almas dispersas, que se apequenam ou que jaziam…

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2 comentários sobre “O Círculo

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