Expandindo os Limites

biruta

Eu já tinha chegado no aeroporto há algumas horas. Imaginei que demoraria pelo menos umas duas horas para chegar, mas acabei chegando bem mais rápido. Geralmente é assim: quando prevemos, acabamos errando. Minha vida tem sido mais ou menos assim.

Este foi um final de semana diferente. Eu consegui com meu bispo uma dispensa da paróquia, já que era o aniversário de 75 anos de minha mãe. Toda a família estava lá. Além do seu aniversário, também estávamos comemorando o meu próprio aniversário de 50 anos.

É muito engraçado ser o padre da família. Todos aqueles que sempre tiveram algum tipo de autoridade sobre mim, principalmente os mais velhos, passaram a me tratar com reverência. Deixamos de ser meninos para nos tornarmos “senhor”. Meus primos muitas vezes, pedem-me a benção. É estranho, mas faz parte do ofício.

Uma coisa interessante de ser padre é o que as pessoas pensam de você em relação à vida. Tinha um bom amigo no seminário, o Ruy, que sempre dizia que nós não somos santos. Longe disso. Nossa vida é um eterno tentar enxergar o pecado e as tentações de maneira diferente, própria, buscando zelar pela moral cristã. Isso muitas vezes nos corrói, mas é isso que fazemos: buscamos enxergar com uma visão diferente o que o mundo nos oferece e, principalmente, o que esse mesmo mundo oferece a quem nos segue. Mas no final das contas, somos pessoas com os mesmos amores, dissabores, desejos e dores que todo mundo.

Ao chegar no aeroporto, fui direto despachar a bagagem e entrar na sala de embarque. Prefiro fazer isso. Assim consigo me livrar da fila enorme para passar no detector de metais. O colarinho de minha camisa me ajuda algumas vezes, mas ainda assim exige de mim.

A festa de minha mãe foi muito boa, e posso dizer que a minha também. Mas, como já há quase dez anos, tem uma ponta de emoção doída que não conseguimos apagar. Meu irmão mais novo, Bruno, morreu de câncer dois dias antes do aniversário de 65 anos de minha mãe. Desde então, nenhum de nós foi mais o mesmo. A alegria do aniversário dela mescla com a dor profunda que a perda nos traz.

A morte de Bruno mudou a minha vida. Até então, os problemas que eu enxergava no mundo, basicamente, os enxergava nas pessoas de minha paróquia. As dores, os sofrimentos, as dúvidas, todas elas me levavam a consolá-las na Palavra que eu dominava. Mas no caso do meu irmão foi muito diferente. Sendo padre, coube a mim consolar a minha mãe, e consolei-a na minha própria dor. A partir daquele momento, a morte para mim tomou uma forma diferente, interna, doída.

Sempre que celebrava uma missa que fosse em memória de alguém da comunidade, me sentia também sentado esperando o sermão que me reconfortasse. Mas não havia. Aquilo me abalou, pois afetou a minha fé. Não conseguia entender onde estava a justiça de Deus. Tinha certeza, como ainda tenho, de que meu irmão descansa na paz de Deus, mas é muito injusto o que foi feito com minha mãe. O amargor de suas lágrimas tocavam fundo em mim.

Por diversas vezes me peguei chorando por ela, quando se confessava comigo. Ela sempre tentava achar em sua história a razão da ira de Deus contra ela, fazendo-a passar por tudo aquilo. Mais de uma vez, com a voz embargada e com os olhos cheios d´água, expliquei a ela que Deus tinha uma missão para ela, e que ela deveria seguir em frente. Ela sempre me dizia que aquilo era mentira, e que eu deveria ser mais padre e menos filho. Dizia que Deus a castigara por algo que não sabia se tinha feito ou não, mas que a mácula era eterna.

A crueldade daquela perda, e a mão trêmula de minha mãe, me fazia questionar muito a Deus. Não conseguia questionar a existência, mas essa sutil indiferença de deixar as coisas tomarem seu rumo, sem medir a extensão o dano causado. Uma fumaça negra cobria meus olhos toda sexta feira santa, e via minha mãe como Maria em Pietá, segurando o corpo desfalecido de meu irmão. A minha dor, posso dizer, era uma dor diferente. Por um lado, minha mente me confortava, dizendo que eu precisava entregar nas mãos Dele, mas por outro, um ódio velado e ferrenho, me consumia.

Em certo ponto da minha vida, resolvi assumir o ódio contra Deus. Sentia minhas mãos arderem em febre por aquele sentimento, e me via livre dentro da minha prisão. Acordava pensando naquilo, e não conseguia mais controlar meus pensamentos. A todo momento, a imagem da minha mãe se culpando varria meus pensamentos, e perdi totalmente o controle quando celebrava minhas missas. Minha paciência era curta, e meus sermões eram profundamente ofensivos quanto aos pecadores. Buscava mostrar-lhes o quanto Deus poderia ser cruel em seus julgamentos, e o quanto ele punia quem não o seguia. Ao final de cada missa assim, me trancava em meu quarto, chorava por horas a fio, pedindo perdão. Sentia-me circundado por uma cerca de dúvidas, machucando-me por tentar pulá-la. A força de meu pensamento me puxava de volta e, sem energias para lutar, sentava-me no centro do círculo e chorava minhas dúvidas.

Interessante que aquela raiva pregada era tida como eloquência. Muita gente de cidades vizinhas vinham ver minha pregação, e eu me esforçava para chocar-lhes. Queria provocar-lhes a dor que eu sentia, compartilhar a raiva que estava encrustada em meu coração, e por isso ia mais fundo a cada palavra gritada.

Nessa fase, um dia, a minha mãe veio ver minha missa. Não me avisou. Veio de longe, e sentou-se no fundo para eu não vê-la. Minha raiva era tanta que não pude sequer perceber sua presença e, particularmente naquela noite, soltei-me naquela selvageria teatral contra Deus. Ao final, quando estava chorando em meu quarto, buscando em Deus uma saída para aquele inferno, ela bateu em minha porta. Ao abrir surpreendi-me com ela. Ela abraçou-me como há muito não fazia. Me disse que todos esses anos não estava percebendo que, apesar de Bruno ter ido, eu ainda estava lá, e que precisava dela. Me mostrou o caminho que a mãe sempre nos apresenta, e vi que ali estava Deus guiando aquele coração marcado para me trazer de volta. Ao final, ela me disse que tudo aquilo não era minha culpa, mas dela novamente, por não ter percebido o quanto eu também precisava ser confortado em minha dor.

Daquele dia em diante, ela nunca mais se confessou comigo, e sempre força um sorriso ao me ver. Tenta me passar uma alegria que sei não estar de fato ali. Minha verborragia se foi, e meus sermões se acalmaram, mas minha alma ainda dói. Vejo o quanto o consolo de minha mãe me ajudou, mas também o quanto consome de mim Deus permitir que tudo isso ocorra. O segundo precioso em que meu irmão morreu, matou também um pouco minha mãe e minha servidão impassível a Deus. E isso me mata também um pouco a cada dia.

Minha alma vive nesse constante questionar das coisas. Sinto que estou no caminho correto, e que ajudo as pessoas em seus problemas. Mas, mergulhado no meu problema, não consigo virar a página e olhar, com a paz que sempre me foi comum, os pesos que foram colocados em meus ombros. Sempre pergunto a Deus o que é sua justiça, e onde eu consigo encontrá-la, mas o vazio das respostas me consome. Sinto-me cada vez mais solitário, sem direção.

– Engraçado como a vida sempre se repete. Com raras exceções, a maioria das pessoas odeia geometria, não é mesmo, Padre?

Olhei, e vi um senhor estava sentado do meu lado. Saí do transe de meus pensamentos, e percebi que ele estava falando comigo.

– Sim, acho que sim. Bom, matemática nunca foi o meu forte, e quase não sei a diferença entre geometria e aritmética. Isso sempre foi um mistério para mim!

– A matemática é um mistério? Deus é um mistério, isso sim! – ri por dentro da sagacidade dele. Havia me pego.

– Deus é um fato inconteste, pelo menos para mim. A matemática, já não tenho tanta certeza…

– Digamos que, como Deus, a matemática depende do quanto você se dedica a ela para compreendê-la profundamente, e o quanto exercita seu raciocínio lógico mais expande as fronteiras da própria compreensão. A matemática, assim como Deus, é vasta demais para a simples mente humana, não acha? Mas o que sempre me surpreende na geometria são as formas, especialmente o círculo. Não existe lado, não existem curvas, não existem cantos. Existe somente a imensidão de 360 graus em torno, que compreende o mundo todo.

Aquela era certamente a conversa mais descabida que eu já tinha ouvido. Olha que, num confessionário, as histórias são desconexas, mas aquela superava tudo.

– Talvez. – filosofei.

– O fato de você não entender não significa que não haja significado. Talvez as fronteiras de sua compreensão não atinjam o nível necessário para compreender. Você concorda pelo menos com isso?

– Acho que sim.

Por um instante tive o impulso de ser grosseiro com ele. A ideia de não estar no controle da conversa estava me corroendo, maculando meu orgulho.

– Eu sei de sua dor.

– Como?

– Sim, eu sei. E te ouço sempre. Olhe que interessante aquela biruta lá fora. – olhei e vi do outro lado da pista a biruta sobre o poste. Era um cone sem a ponta, branca, que dançava ao sabor do vento. – Ela não indica norte, sul, leste ou oeste. Ela indica o exato grau em que o vento sopra e, com essa informação, o piloto sabe o quanto tem que compensar para aterrisar o avião. Simples. Não existe bom ou ruim. Entre esses dois pontos, existem milhões de outros que te ajudam a compensar em sua aterrisagem.

– Quem é você?

– Há poucos instantes me chamou de senhor, e agora, de você. Acho que estamos progredindo. Sinto um pouco mais de intimidade.

– O senhor, quero dizer, você, está me incomodando.

– Por isso mesmo vim aqui. Para te mostrar que não estou te incomodando. Deixa eu te pagar um café.

Num impulso, levantamos e fomos até o café. Sentamos na mesa, e esperamos pacientemente a garota nos servir. Um silêncio envolvia nós dois. Claramente estávamos distantes e não compartilhávamos aquele momento. Aquele homem desconhecido, me falando de matemática, me intrigava muito. Não consegui compreender quem era ele e, principalmente, o intuito daquela conversa que incluía incômodo, geometria e biruta. Quando o café chegou, o vi juntando os dois dedos indicadores, abaixando os olhos e murmurando algo.

– O que disse?

– Desculpe, estava agradecendo a natureza pelo café.

– Deveria agradecer a Deus, meu filho!

– Ahahaha. Senhor, você e filho! Realmente estamos progredindo.

Uma onda de raiva tomou conta de mim. Sorvi o café em um gole e estava pronto para expressar a raiva contida. Fui interrompido mais uma vez.

– Sabe, muita gente pensa em Lázaro como um milagre gigantesco. Realmente o foi, mas ninguém fala do efeito daquele milagre que foi muito maior do que ele próprio. Ele já havia vivido uma vida, e a sua morte havia acontecido como a de tantos outros. Aquela família toda chorava a sua perda. Chorava não mais encontrá-lo, chorava o que poderia ter sido e nunca fora. Quando ele voltou, seu coração voltou a bater, sua voz voltou a fluir, e seu pensamento voltou a divagar. Mas todos ali tiveram a sua vida tocada e alterada. Passaram a aproveitar mais o tempo junto dele, passaram a deixar o prazer invadir-lhes, não perdendo mais tempo com coisas menores. Este foi o verdadeiro milagre ali.

Pensei em minha mãe, e comparei a sua tristeza à alegria da mãe de Lázaro.

– Mas Deus não opera milagres todos os dias. Meu irmão morreu há dez anos, e Ele não providenciou o consolo a minha mãe.

Seus olhos deixaram a xícara e me encararam. Senti na garganta um forte desejo de gritar. Me incomodava a paz de seus olhos, a vagarosidade de seus movimentos.

– A vida, assim como a matemática, depende da sua capacidade de ampliar o limite de sua compreensão. Talvez você não esteja enxergando. Não necessariamente não exista.

– Pode ser, mas a dor é maior, sempre.

Ele virou-se de costas, e mais uma vez fitou a biruta.

– O vento agora está a sudoeste. Raro por essas bandas, mas pode acontecer. Assim como o vento, você precisa entender que na vida da gente algumas coisas raras acontecem, e têm uma razão de ser. Você não compreende como operar um avião, mas eu lhe disse que o vento está a sudoeste, o que é raro por aqui, e mesmo assim o avião conseguirá pousar, suave, sereno. E a mulher grávida que está lá dentro descerá segura da aeronave e abraçará o marido e a filha que a esperam no saguão. Pode ser que você esteja jogando para Deus a responsabilidade da compreensão que cabe a você mostrar a sua mãe, e não a ele. Esta pode ser uma prova para você mostrar os limites de sua compreensão e, principalmente de sua fé. Tente enxergar o mundo como a biruta. Não enxergue o bem ou o mal, mas ângulos diferentes de uma mesma realidade.

– Queria que fosse fácil compreender tudo. Estudei, estudo, me recluo, mas não existe resposta.

Sutilmente, ele tocou minha mão, e minha ansiedade foi embora. Percebi que estava diante de uma porta de saída para minha angústia. Tentei formular uma reação, mas as palavras se perdiam em minha boca. Não havia palavras, verbos, sons, nada.

– Deixe a paz entrar e te mostrar. Sua mãe precisa entender que não foi ela, pois ela não é o centro. Mostre a ela que não foi ela que interrompeu a caminhada dele, mas foi o amor dela que o conduziu até onde ele foi. O amor dela fez com que ele fizesse tudo o que fez. Não é preciso aguardar a ressurreição para recuperar o tempo perdido. É preciso viver o momento para fazer com que ele seja eterno. E ela fez isso com ele, e a paz dele agora acontece por que ela conseguiu guiá-lo até o momento de sua morte. Peça a ela para guardar o momento do parto, e não da morte. Lá ela foi feliz, e o foi a cada segundo depois daquilo até a morte. A perda está encobrindo a alegria da memória viva dele.

Meu olhos marejaram. O nó na garganta me impedia de expressar o quanto estava grato por aquilo que ele estava fazendo por mim e minha mãe. Ele tinha razão. Me lembrei de quando jogava futebol com Bruno, e do quanto nos divertíamos. A dor de sua morte encobria aquela lembrança, e o seu retorno estava me devolvendo a vida. Pude sentir a minha alma se limpando, recobrando a força e um desejo enorme de abraçá-lo tomou conta de mim.

– Você tem razão. Não tinha pensado sobre esse ponto de vista. Durante muitos anos não conseguia encontrar o caminho que estava exatamente a minha frente. Não conseguia compreender qual o caminho seguir. Obrigado. Quem é você?

– Acho que agora estamos na mesma frequência. Sabia que você entenderia o que tinha a lhe dizer. Bastava conseguir abordar você no momento correto. É difícil achar o momento certo, mas ele acontece em algum tempo, saiba. Diga isso a seus fiéis. Não faça mais por hábito, mas o faça por conhecer os limites de sua compreensão. Não se preocupe em quem eu sou, como eu sou, o que digo, nem nada disso. Pense em sua mãe, e como guiá-la para compreender que a dor é menor que a felicidade que teve. Isso basta para todos, acredite.

Ele sorveu o restante do café já frio da xícara, encostou novamente os dedos, abaixou os olhos e murmurou algo. Eu estava completamente mudo, sem ação, buscando entender o que estava acontecendo. Me sentia petrificado, fincado naquela cadeira, olhando para ele. Ao acabar, olhou para mim, e virou-se mais uma vez para a janela, e apontou para a biruta, teimosamente apontando para sudoeste.

– O vento ainda está para sudoeste. Estranho, pois é realmente muito raro acontecer por aqui. Mas o avião vai descer bem seguro, tenho certeza, e ela vai abraçar ao marido e a filha. De qualquer forma, obrigado pelo café e pelo papo, Padre.

Ele se levantou, virou-se de costas e saiu da sala de embarque. Eu, ainda sem ação, não conseguia formular nenhuma frase que o parasse, que perguntasse por que tudo aquilo. Fiquei mudo e ele se foi.

De repente, eu senti uma mão em meu ombro. Aquilo me tirou do transe.

– Padre, qual o seu destinho?

– Ahn, sim, aeroporto de  Congonhas. – percebi que eu estava sentado na cadeira aguardando o voo. No café havia apenas a garota servindo os clientes. Não conseguia compreender. Não tinha me mexido desde que chegara para esperar o voo.

– Oh, meu Deus. Ele já partiu faz uns 10 minutos. Chamamos o senhor várias vezes, mas não me toquei de que o senhor estaria aqui dormindo. Desculpe-me, Padre. Perdoe-me.

– Como assim? Há quanto tempo estou aqui? Preciso chegar em São Paulo ainda hoje! Não acredito que peguei no sono e perdi meu voo!

– Este foi o último voo para Congonhas hoje. O próximo somente amanhã de manhã.

O desesperou se apoderou de mim. Na manhã seguinte eu tinha uma série de compromissos na paróquia, e não chegar seria um grande pesadelo. Mas não restava alternativa.

Em lembrei da conversa com o homem, que entendi ter sido apenas um sonho. Percebi que tudo aquilo tinha sido somente um devaneio de minha mente dolorida, e percebi que a dor ainda ecoava forte no meu peito. Não conseguiria reunir forças para fazer com que aquela paz que eu senti se transformasse em conforto para minha mãe. E, ainda, precisava resolver o problema de ter perdido o voo.

Juntei minha bagagem de mão e levantei-me. Decidi sair e buscar um hotel para poder dormir um pouco e voltar pela manhã. Decidi que do hotel ligaria para a secretária, e pediria a ela para alterar os horários do dia seguinte, desculpando-se com todos. Me sentia culpado.

Ao levantar, lembrei-me do devaneio e da biruta, e olhei para ela. Estranhamente, apontava certeira para sudoeste, o que percebi ser somente uma coincidência. Saí pela porta e fui até o saguão. Fui diretamente ao balcão da companhia aérea para trocar a passagem. Enquanto fazia a troca, percebi que um avião aterrisou, pois muita gente estava saindo pela porta. Me detive um pouco observando, e vi um homem segurando a mão de uma menina. De repente, uma mulher grávida saiu pela porta de desembarque, e a menina correu para abraçá-la. Um sorriso percorreu minha face.

– E qual voo o senhor volta amanhã?

– Deixe em aberto, não volto amanhã.

Peguei meu telefone. Liguei para minha mãe. Ela, surpresa, me atendeu:

– Oi filho! O que foi? Aconteceu alguma coisa? Já chegou em São Paulo?

– Não, mãe. Estou voltando para a sua casa. Me bateu saudades. Quero jantar com você. Depois eu volto para São Paulo…

Anúncios

3 comentários sobre “Expandindo os Limites

  1. Olá Homero.

    Li com atenção seus contos e poemas publicados aqui. Acredito que você tem um talento especial sobretudo para tocar interiormente aqueles sentimentos, tormentos e dúvidas que todos nós (seres humanos) temos. Geralmente, estas emoções ficam “guardadas” e textos como os seus “despertam” as pessoas para pensar um pouco além.
    Parabéns.
    Me mande seu e-mail pessoal que eu gostaria de compartilhar alguns textos de minha autoria para saber sua opinião sobre os mesmos.
    Um grande abraço e persevere.

    Fernando Scucuglia (Fuinha da EQ88).

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s